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ATENDIMENTO CONSCIENCIAL

A consciência não tem conteúdo. Não é pensamento, nem percepção, nem sensação, nem sentimento e nem intuição. Disso decorre uma dificuldade fundamental: como se referir a ela (a consciência) usando a linguagem oral ou escrita, que são manifestações próprias do pensamento?

Só podemos fazê-lo usando o atributo que define a consciência da maneira mais aproximada possível, usando a linguagem, mas sem se subjugar inteiramente a ela. Precisamos aceitar que qualquer dizer, por mais preciso que seja, nunca dá conta do inefável.

Especificidades do Atendimento Consciencial

Desde logo é preciso dizer que o atendimento consciencial, como aliás qualquer outro tipo de atendimento, implica em “responder” a uma demanda. Nesse caso, a uma demanda de alguém, de um outro ser humano. Isso implica, portanto, em algum grau, maior ou menor, de “responsabilidade” (aptidão e capacidade de responder a essa demanda).

Mas, o que se pretende nessa relação de dois seres humanos que estamos denominando de “atendimento consciencial”? Penso que se torna mais fácil compreender pela negativa, por aquilo que não é.

Primeiro, comecemos pelo que notoriamente não é: atendimento consciencial não é, por exemplo, um trabalho de assistência social, não é um trabalho de clínica médica, não é um trabalho de correção e/ou estímulo comportamental, não é um trabalho de aconselhamento espiritual. 

Segundo, embora aqui haja uma sutil diferenciação, não é também um trabalho de clínica psicoterápica, isto é, não visa a cura de algum distúrbio, alguma dor, de algum comprometimento cognitivo ou de algum sofrimento específico de ordem psicológica.

atendimento consciencial

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